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Meu filho não come!




  Achei esse texto que fala sobre a “falta de apetite” das crianças ótimo e ainda tem dicas para lidar com isso. Vale a pena a leitura.


  “A falta de apetite é uma das preocupações que mais aflige as mães de crianças pequenas, o que muitas não sabem é que a pouca vontade de comer pode ter um fundo comportamental, desenvolvido pela própria dinâmica imposta no dia a dia dos filhos. Muitos deixam de comer simplesmente porque querem chamar a atenção e assim acabam ganhando algum alimento de fácil aceitação, como uma bolacha recheada, mesmo estando no horário de uma refeição principal. Ao perceber que essa tática dá certo, a criança passa a repetir a atitude constantemente.
  Quando isso acontece, o melhor é observar para descobrir o motivo da falta de apetite, assim é possível criar estratégias para que a recusa da comida não se torne cotidiana. Deve-se observar primeiramente a quantidade de comida colocada no prato. Para cada idade há uma necessidade especifica de nutrientes, portanto, o ideal é oferecer os alimentos certos e de forma atrativa para os pequenos.

  Outra questão importante é não substituir a refeição recusada por algo que a criança goste, pois quando elas percebem que a birra na hora de comer funciona, passam a fazer isso frequentemente. Comer tudo também não é essencial, mas se isso acontecer é sempre bom elogiar e repetir a dose. É fundamental preservar o apetite, ofereça frutas ao invés de biscoitos e iogurtes nos intervalos das refeições, além de serem mais saudáveis, elas são digeridas em menos tempo, o que garante a fome na hora certa. 
   De 1 a 2 anos
  Do primeiro ao segundo ano de vida a prioridade da criança é se movimentar e brincar, vai ser muito difícil que ela queira parar de fazer algo que a satisfaça só porque está na hora do almoço ou janta. Uma boa ideia, então, é começar a chamá-la antes, para que conclua a brincadeira e faça a refeição tranquilamente.  Também é  importante que ela se adapte a uma rotina, com horário e lugar certo para comer, podendo abrir alguma exceção aos finais de semana.

  É comum e até aceitável que os pequenos gostem mais de doces e comidas consistentes e com pouco tempero, do que de verduras e legumes. Para driblar essa restrição, os pais servir de espelho e comerem esses alimentos na frente dos filhos. Montar pratos bem coloridos e apresentar sempre novidades no cardápio geralmente chamam a atenção e despertam o interesse. 

  A partir dos 2 anos, a criança já está mais independente e exerce mais seu poder de escolha. Nesta fase, os “nãos” podem ser mais frequentes, mas é um período que passa. Aos poucos elas deixam de manipular os horários e cardápios pelo poder de uma boquinha fechada e passam a se alimentar com mais facilidade. Comer é um hábito natural, não precisa ser motivo de castigos ou prêmios. Caso o bebê sinta que você não se descabela ou perde o controle quando ele se recusa a limpar o prato tudo fica mais fácil de resolver”



Fonte: Lillo Brasil


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